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09/06/2010

De onde Vem a homofobia

Cabe na análise deste tipo de comportamento averiguar o contexto no qual se manifesta e, além disso, investigar os conflitos intrapesssoais que a atitude possa ocultar
Refletir sobre a questão da homofobia requer sempre certa contextualização cultural. O comportamento surge como manifestação individual, mas tem seus instituintes fortemente assentados na cultura onde se inscreve, assim como a manifestação de outros comportamentos, também regulados por um intricado sistema de normas sociais.

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O Despencar de Uma Estrela



Quando sempre criticamos que os profissionais de Psicologia precisam ter mais espaço nas organizações midiáticas, não estamos brincando ou procurando questões mercadológicas, mas sim, pq as situações falam por si só.

Os conhecimentos de Psicologia vêm sendo ignorado em algumas questões e temos que enfatizar que há sim necessidade de maiores controles em certos aspectos da televisão brasileira. Temos um pacto de não contribuir com a baixaria na televisão, e isso incluí e não ficamos calados como espectadores.

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08/06/2010

Direito e Psicologia


Sempre que aparece um caso na mídia envolvendo situações aparentemente “bizarras”, “estranhas”, ou relacionadas a comportamento patológico, logo temos menções a Psicologia, e claro, relacionadas ao Direito.

É interessante perceber que a formação em Psicologia quase nada, ou nada mesmo, traz em relação a essas duas ciências e seus possíveis encontros na atuação profissional. É claro que não estamos aqui falando da Psicologia Jurídica, especialidade da nossa profissão, que trabalha diretamente nesta junção, mas sim, em conhecimentos simples e básicos que poderíamos ter, para auxiliar nossos trabalhos, independente de áreas de atuação.

Após alguns debates nas comunidades virtuais, webforuns, listas de emails, etc, temos aqui uma oportunidade de criar um espaço para trocar experiências e dúvidas. 

Pensamos em algumas situações em que os conhecimentos de Direito podem ajudar bastante aos psis.



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02/06/2010

Em qual Matrix Voce está? O Twitter e as mídias sociais.

Quem atende em clinica particular, de convênio, social, comunitária ou qualquer atividade que tenha contato com adolescentes e jovens adultos, saberá mais ou menos o que estaremos abordando aqui. Talvez algumas informações possam ser úteis em seu trabalho, visto que preciasamos sim de mais pesquisa nessa área em nosso país. Hoje perceberemos que se inteirar das características das relações que se estabelecem via Internet se torna algo importante para alguns aspectos trazidos para a clínica nossa de cada dia.

Se você já teve esse contato mencionado, responda se alguma vez, você já ouviu uma dessas palavras: Mirc, Orkut, Facebook, Youtube, Gmail, Twitter, GoogleWave, MSN, Disponível, Manhunt, Parperfeito, Blogspot, Flick? Se você respondeu “sim” a qualquer uma dessas palavras, saiba que você está dentro do que se chama de “cibercultura”, em uma Matrix paralela que a Psicologia ainda tem certa dificuldade para entrar, mas que vem avançando em pesquisa e inserção, até porque muitos dos aspectos de transmissão de informação e capacidade de divulgação se encontram na atualidade marcados pela passagem pelos sites e demais espaços da rede mundial de computadores.

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Filmes e Psicanálise


 Eduardo J.S. Honorato e Denise Deschamps


Já tivemos algumas oportunidades, onde escrevemos juntos, alguns textos a respeito desse tema, tarefa que une duas paixões que temos em comum: a psicanálise e o cinema. Muitos autores escrevem e pesquisam sobre essa prazerosa tarefa, de olhar para uma película cinematográfica com olhos analíticos, sempre temos excelentes ganchos para fazer a partir desses recortes.
Pesquisando sobre essas obras entramos em contato com uma vertente que tem feito grande sucesso fora do Brasil e que se chama Cinema Therapy, muito interessante. Aqui no Brasil tem sido chamada de “Cinematerapia”. O que há de diferente nela? Ela inverte a forma como geralmente utilizamos os filmes no campo psi, propondo o uso deles como técnica de mobilização e elaboração de conteúdos.  Resolvemos nos aprofundar no tema e tem sido algo de muito interessante o que tem se descortinado para nós em termos de algum saber já construído a partir dessa perspectiva

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01/06/2010

Crise do capital e Psicologia. O que temos a ver com isso?

Por: Denise Deschamps e Eduardo J. Honorato


O que é a “crise” que tantos falam nos dias de hoje? Este vocábulo adentrou a vida dos brasileiros nos últimos meses, e consequentemente, os nossos consultórios e locais de atuação profissional. Teria a psicologia algo a dizer sobre o que se pensa hoje sobre a crise do capital que agita nossa “aldeia global”? Fomos  instigados por essa pergunta e ao analisarmos a questão, verificamos que se poderia pensar em inúmeras perspectivas sob as quais a psicologia teria como abordá-la, escolheremos então uma, dentre várias outras, que poderiam ser construídas.

O mundo se agita se preparando para o caos econômico, fatores estatísticos que aos olhos da prática da psicologia ganharão contornos de angústia individual ou no que temos deles presente em grupos. Os números caem sob cabeças que na relação com eles produzem felicidade ou angústia, falam de uma das tarefas humanas que, Freud já havia dito, seria sempre uma das nossas maiores fontes de gratificação e desespero: amor e trabalho.

No efêmero da pós-modernidade, naquilo onde hoje o ser se amarra ao TER, aos símbolos de status e cidadania que se constroem pelo prestígio social, o pertencer a essa ou aquela classe, como sobreviver à angústia de aniquilamento frente a um real que impõe hoje restrições ao projeto de vida de uma grande maioria? E como pensar isso nesse país Brasil, onde a distribuição de renda é uma das mais injustas do planeta?

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Mais do mundo digital

Cada vez mais estamos em pixels, megabytes, TERAbytes, conexões, provedores, digitaliação e virtualidade. Estamos vivenciando um momento que ficará na história, como a transição de um período para outro. Algo como questões como a eletricidade, automóvel e grandes momentos de criação. Porém, desta vez todos são autores e inventodres, numa interação frenética nunca antes vista.

Ao longo dos anos vímos idéias darem muito certo, e depois caírem em desuso. Muito amis rápido do que o Vinil foi substituído pelo CD. Vimos empresas criadas, explodirem e falirem, em um piscar de olhos, nada comparado com a troca do VHS pelo CD. Tudo na virtual está muito intenso, muito rápido, muito pra “ontem”. É um reflexo dessa nossa sociedade quse virtualizada. Wohooo...vivemos em um momento histórico J

Vamos tentar entender alguns destes fenômenos interessantes, e alguns de seus produtos. Reparem que, futuramente, o temor histórico de “Era” será também alterado, contando apenas alguns meses ou anos....

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