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14/08/2009

Era uma vez....

Toda fábula começa com esta frase, mas nem toda termina com “e foram felizes para sempre”.

Esta que contarei ainda não teve um final, e nem deverá ter em curto prazo. É contínua e vêm acontecendo há quase meio século. Somente nossos bisnetos saberão como terminará tudo isso.

Reza a lenda que uma famosa escola brasileira foi criada há alguns anos. Instituto Brasileiro de Orientação Profissional e Educacional (IBOPE). Para ingressar sempre foi algo disputadíssimo, com necessidade de grandes conhecimentos, especialmente em teoria política e apadrinhamento. Ao longo dos anos, muitos e muitos jovens foram inscritos e ingressaram nesta escola.

Por ser “diferente”, possuí um método de avaliação contínua, diária, minuto a minuto. As provas não são realizadas individualmente, mas sim, em grupos. Mais do que natural que as “patotinhas” famosas em todas as escolas, surgissem ao longo dos anos.

A primeira, mais forte e maior de todas foi criada por Gerson Luiz Osório Bragança Oviedo, e são mais conhecidos como G.L.O.B.O. Seu grupo sempre foi composto pelos mais descolados, mais talentosos, mais interessantes, etc. Sempre foi a “patotinha glamourosa”. Todos queriam entrar nela e fazer parte desse grupo seleto. Sempre obtiveram melhores pontuações nas gincanas diárias, tirando quase sempre o primeiro lugar. Entrar nesta patota exigia muito “conhecimento” e se manter, muito talento e esforço.

Outras patotinhas surgiram, claro, mas nunca com força suficiente para competir com a turminha de “Gerson”. Uma delas, liderada por Marcos Almeida Nascimento Conrado Honofre de Estêncio Tito Esperança (M.A.N.C.H.E.T.E) acabou se desfazando ao longo dos tempos. Sem dinheiro para financiar os projetos da feira de ciências, e nem as camisetas de seus integrantes, acabou sendo desmembrada. Muitos saíram da escola, e outros, mudaram de patotinha.

Bruna Almeida Nogueida Dantas (B.A.N.D) sempre teve sua participação, contribuíndo com alguns diferenciais, mas não ameaçando diretamente a turminha de Gerson. A turma mais nova é a de Renata de Tramonte Vonato (Re.De T.V.), que inovou com um estilo diferente, tecnologia diferenciada, mas também sem ameaçar a Gerson.

Porém, nos últimos anos, essas provas e competições diárias comecaram a esquentar. Correndo por fora, Renato Escolato Carneiro (R.E.C) comecou a investir em seu grupinho e ganhou novos adeptos. Conseguiu convencer vários integrantes do grupo de Gerson a se juntarem a eles. Foram investimentos milionários, feitos pelo pai de Renato, alguem muito poderoso financeiramente e politicamente. Isso comecou a incomodar Gerson.

Passados mais alguns anos, o grupo de Renato se tornou uma ameaça CONCRETA a Gerson, pois não apenas “tomou” alguns participantes, como também conseguiu algumas exclusividades com a direção geral de eventos. Sim....Renato conseguiu entradas exclusivas para seus amigos para eventos esportivos muito importantes pelo mundo todo. Gerson viu tudo isso calado, não demonstrando sua ira.

Quando a turma de Renato conseguiu vencer a turminha de Gerson em algumas dessas competições, especialmente na feira de ciências (horários nobres) aí a coisa pegou fogo. E fogo mesmo....fogo cruzado, chumbo grosso.

A porradaria começou no pátio do Instituto, e como não há direção e fiscalização, a coisa vêm se esquentando a cada dia. Gerson acusa o pai de Renato de falcatruas com dinheiro, metendo religião no meio. Opa...alerta.....com religião e mãe dos outros não se brinca. O pai de Renato levantou seus fiéis e a briga agora se expandirá para fora dos muros do Instituto.

O circo está armado. Hoje, no pátio dessa escola, sobram acusações, calúnias, pancadaria. Cada grupinho usa as armas que têm e as “AULAS” foram suspensas. Antes dessa confusão, o assunto mais comentado na escola era sobre um grande diretor local estava sendo acusado de muitas coisas, mas no momento, nada pode ser feito, pois toda a atenção está voltada para esta briga de gangues de escola, no meio do pátio, que pelo visto, durará por alguns dias.

Só nos resta então, optar por acompanhar os alunos da Tv a Cabo, que pelo menos, não se metem nessa briga, que de “imparcial” nada tem.

1 comentários:

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

Boa analogia. Parece mesmo uma briguinha de crianças. Seja Globo ou Record, ambas com muito a esconder.

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