19/09/2010
24/08/2010
Paralisia Cerebral - Pais e Mães
12/08/2010
Navegar com Segurança - Para quem tem filhos
Recebí por email esse arquivo pdf, contendo uma cartilha sobre navegação com segurança, com orientações para pais e crianças internautas.
Nos dia de hoje, com o ciberbullying com altos índices e aparecendo na mídia constantemente, vale a pena reforçar alguns cuidados.
Arquivo hospedado em:
http://www.4shared.com/document/qQ_oIlDZ/seguranca.html?
Mais Vídeos
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09/08/2010
06/08/2010
Propagandas
Tenho uma paixão antiga por comerciais, especialmente aqueles bem elaborados e inteligentes.
O processo de criação, até a veiculação do produto final tem nuances comportamentais muito específicas.
Recebo sempre alguns vídeos por email, e vou colocar aqui os mais interessantes.
05/08/2010
Acorda Patrick
O tão comentado vídeo de brincadeira - péssimo gosto! Mas...alguém se divertiu fazendo! rs
03/08/2010
Ultrapassagem Perigosa
Como Psicólogo Perito não posso deixar de divulgar estes vídeos.
Recebí por email. São campanhas de trânsito, que usam uma abordagem mais direta.
Cadeirinha de Bebê
Recebí vídeo por email. Horrível....mas as vezes necessário para que se entenda a mensagem...
21/07/2010
Encontros Transdisciplinares: Homoafetividade
13/07/2010
Cinematerapia - Evento em Manaus
Deixo aqui o convite para alguns debates que faremos na Saraiva MegaStore de Manaus, sobre Luto.
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03/07/2010
A questão educacional do preconceito..
28/06/2010
Colírios da Capricho: Paquitas da modernidade...
24/06/2010
Faça como Scarlett - "Amanhã(ou depois) eu penso nisso"
17/06/2010
Minha primeira festa Emo
12/06/2010
Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças
Se for pra chorar, que chore de “partida”. Prepare-se, pois esse filme também é um drama, daqueles de emocionar-se e refletir. Daqueles que no final, você fica sentado na poltrona, pensando, por alguns segundos. Assim como P.s. Eu Te Amo, este aqui fala de luto, mas de luto de um objeto que se manteve vivo no mundo real. É a separação e a dificuldade que temos em lidar com ela, seja de qual tipo for. É o investimento de energia de que Freud[2] falava, como investimos em objetos. |
10/06/2010
Memórias de um Call Centre
09/06/2010
De onde Vem a homofobia
O Despencar de Uma Estrela
08/06/2010
Direito e Psicologia
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02/06/2010
Em qual Matrix Voce está? O Twitter e as mídias sociais.
Filmes e Psicanálise

01/06/2010
Crise do capital e Psicologia. O que temos a ver com isso?
Mais do mundo digital
17/05/2010
Dexter e a psicodinâmica psicopática
16/05/2010
Dr House, um menininho de 7 anos....
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14/05/2010
A adoção por casais homoparentais
12/05/2010
Fofocas e Bastidores de Freud Além da Alma...
10/05/2010
Clube de Leitura de Jane Austen (The Jane Austen Book Clube, 2007)
07/05/2010
Como assistir seriados…
06/05/2010
House e o Tratamento para Gays
05/05/2010
Por onde anda "Aham Cláudia, senta lá"..
04/05/2010
Shrink - Psis tb são humanos!
Quanto comentei com alguns alunos-amigos sobre esse filme, tiveram todos a mesma reação que eu. O q??? Como???
Pois é. Esse filme passou tão despercebido no país, que nem sei ao certo se chegou a ser veiculado nos cinemas. Pesquisei rapidamente e achei a tradução de “O Psicólogo”, mas nao sei realmente se poderia confiar nos fatos. Vou deixar com o título original mesmo.
Kevin Spacey é Henry Carter, um pofissional Psi, passando por alguns momentos bem cruciais em sua vida. Como todo ser humano, está passível a sofrimentos e momentos em sofrimento psíquico. O fato de ser um profissional não o torna imune a tudo aquilo que nos faz humanos: nossos sentimentos e a eterna conflitiva que eles trazem.
Como forma de ironia e deboche, Henry é famoso por um livro de auto ajuda, sobre felicidade, e que virará um audio book. Uma carreia no seu auge, cortada pela realidade de um luto nada elaborado. Sua esposa cometeu suicídio e Henry se torna um dependente de maconha. Usa e abusa compulsivamente da droga, numa tentativa de anestesiar completamente seus sentimentos. A compulsão não é química, pela substancia em sí, mas pela busca de um estado onde não se possa mais sentir o sofrimento e a dor de um luto prematuro e inesperado.
Além da humanização do profissional, o filme apresenta alguns casos clássicos que variam do divertido ao emotivo. Seu terapeuta é seu traficante e os momentos de negociação se transformam quase que em uma terapia grupal no modelo mais pichoniano possível.
Um dos pacientes é um executivo power freak, dependente químico, taquilálico e, claro, como Schroeber o faria se fosse vivo hoje, totalmente paranóico. Outro paciente, Jack, é um dependente alcóolico, mas que esconde essa dependencia alegando ser um viciado em sexo. Todo o setting acontece em hollywood, logo, muitas celebridades com casamentos conflitivos e tramas no maior estilo cinematográfico. Tudo gira perto de um cinema, roteiro ou filme. Meta-simbologia total!
Histórias soltas e recortadas, que aparentemente não se completam. O filme tem um ritmo lento no início, assim como a vida de Henry, devido ao uso abusivo da maconha. Isso muda quando seu pai, também um profissional Psi, o encaminha Jemma, uma adolescente em elaboraçao do luto de sua mãe. Jemma, tem o delicioso hábito de ir ao cinema e se deixar levar pelo filme....opa...acho que já ví isso em algum lugar.....www.cinematerapia.psc.br
Questões éticas e teóricas a parte, pois estamos lidando com um contexto diferente do nosso, Jemma será também um catalizador para Henry. A história ganha outro ritmo, com cenas fortes e que instigam os sentimentos mais distintos. (sem mais spoilers). Ótimo filme para mostrar que nós, profissionais, estamos sujeitos aos mesmos possíveis problemas que qualquer pessoa. O nosso trabalho não nos torna melhores, pioes ou mais preparados para nada.
http://www.megaupload.com/?d=RJY090AT
03/05/2010
Alice no país do Inconsciente…
Infelizmente não conseguí assistir ao filme com a tecnologia 3D ou com todo o aparato tecnológico possível. É claro que isso ajuda, mas não é essencial para se “degustar” tamanha preciosidade cinematográfica.
Realmente Alice é um filme FRACO....sim, eu diria, FRAQUÍSSIMO em t ermos de roteiro. História básica, clichet, previsível, mas que não faz nenhuma diferença no conjunto. Sim....o final é previsível, os acontecimentos são óbvios e conhecidos, mas a grande beleza do filme está justamente nisto.
Quem foi assistir esperando uma trama de suspensa ou algo fenomenal, ou algo de tirar o fôlego, se esqueceu de toda a história clássica, mágica, e quase nada infantil. Este é um filme para adultos, regredirem ao seu ponto mais infantil e recordarem de pontos de suas infâncias onde a magia esteve presente. Pontos nos quais nossos senhores do ego nos permitiam vivenciar e experimentar nossas fantasias de maneira mais “ídica”, vivenciado cada momento como se fosse único e último.
Alice, pra mim, é um filme-fábula que fala sobre saúde mental, e sobre genialidade e loucura. Sim...o chapeleiro, “louco”, tem um pouco de cada um de nós. As metáforas estão presentes em todo o filme e cabe a cada um de nós as observar e vivenciar. “Wonderland”, assim como Nárnia é um lugar mágico, criado a partir da CRIATIVIDADE daquele que, pela primeira vez, ousou colocar no papel. E de onde mesmo vêm a nossa criatividade? “Ah-ã, Cláudia”...lá mesmo do INCONSCIENTE.
Em todo gênio existe uma loucura e em toda loucura existe uma genialidade. No cruzamento desses dois, estamos todos nós, vivendo neste eterno mundo conflitivo, obedecendo aos nossos 3 senhores do Ego(Id, Realidade e Superego).
Que vc identifique um pouco de si no Chapeleiro, em Alice ou em cada um dos personagens, tanto os bonzinhos, como os malvados. Boa jornada de retorno a um ponto infantil, onde a magia se fazia presente, sem culpa!